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20191128 Como morar em Portugal Capa

 

Nos últimos anos, o número de brasileiros morando em Portugal disparou. Apenas em 2018 houve uma alta de 23,4% em relação ao ano anterior. As informações do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), órgão responsável pela imigração no país, afirmam que  os brasileiros são a maior comunidade estrangeira em Portugal. Entre os benefícios do país estão o idioma e a cultura semelhantes. No entanto, morar no país europeu requer preparo e investimentos.

 

Segundo Bruna Dayan, Gerente de Negócios Internacionais do Banco Ourinvest, essa busca por Portugal como principal destino de brasileiros para moradia na Europa aumentou nos últimos cinco anos. Fatores conjunturais ajudam a explicar o movimento. Em meados de 2011, Portugal passou por uma grande crise financeira, que chegou até mesmo a ameaçar sua permanência na Zona do Euro. Com ajuda da União Europeia, que injetou recursos no país, Portugal iniciou um programa de contenção de custos e revisão econômica — e vem mostrando um desempenho positivo. No ano passado, o PIB do país cresceu 2,1%, percentual acima da média da União Europeia.

 

Parte desse programa de recuperação econômica passa por atrair investimentos externos. “O país soube aproveitar sua localização estratégica, que fica no meio da Europa, com fácil acesso para a Ásia e para a América Central. Além disso, o clima agradável e a cultura amistosa atraíram novos moradores e investidores”, explica Bruna.

 

Mas ao passo que mais brasileiros estão de olho no destino, mais dúvidas podem aparecer no meio do caminho. Por isso, ao decidir mudar para Portugal, os brasileiros precisam de um apoio estratégico. 

 

 “Criamos dentro da nossa área de pessoa física, no Banco Ourinvest, a Global Desk, onde temos um atendimento dedicado a Portugal. Temos profissionais dedicados para transferir famílias inteiras para o país”, diz a executiva.

 

 Além de realizar as transferências financeiras com agilidade, o banco auxilia em um serviço de concierge 360 graus. A ajuda aos brasileiros vai desde a hora da abertura de conta em bancos portugueses, passando por sugestões de investimentos em diversas áreas, além de apoio em questões jurídicas e ajuda em serviços como busca de escolas e universidades. “Estamos preparados para as mais diversas necessidades dos clientes”, explica Bruna.

 

Segundo a executiva, nos últimos três anos o banco ajudou cerca de 2500 brasileiros a se estabelecerem em Portugal. “Temos parceiros que ajudam desde a compra de passagens aéreas até pessoas especializadas em relocation — o serviço de auxiliar na adaptação em Portugal. São 230 parceiros na nossa rede”, diz Bruna.

 

 Os serviços são os mais variados possíveis, desde uma rede de arquitetos e decoradores para os novos imóveis até a internacionalização de uma empresa, importação, exportações, expansão para a Europa, por exemplo.  “Conseguimos auxiliar em todos esses quesitos, em todas as cidades de Portugal”, afirma a executiva.

 

 A seguir, você confere um passo a passo inicial para quem está interessado em morar em Portugal:

 

1. Saiba mais sobre o destino: pesquise os hábitos culturais de Portugal de forma aprofundada. Converse com a família sobre as mudanças estruturais, afinal, apesar do idioma ser o português, há muitas diferenças entre os dois países.

 

2. Decida sua área de atuação:  é importante estabelecer o motivo da mudança, seja para estudar, trabalhar ou investir. Isso vai ajudar na hora de se estabelecer no país e oficializar a transição.

 

3. Como entrar no país: como fomos colonizados por portugueses, muitos brasileiros conseguem a cidadania e podem viver em Portugal. Porém, com a alta demanda e para evitar problemas sociais, o país passou a pedir comprovação financeira para os estrangeiros. É necessário que haja um depósito de 7 mil euros para a primeira pessoa e de um percentual decrescente do valor para os demais componentes de uma mesma família.

 

4. Outras formas: caso você não tenha direito à cidadania, há outras formas para adentrar no país, como:

 

▪ Visto de Estudo

▪ Visto de Trabalho

▪ Visto de Empreendedor

▪ Visto para Startup

▪ Visto de Rendas Próprias (aposentados, por exemplo)

▪ Golden Visa (compra de imóvel a partir de 500 mil euros)

 

5. Lá dentro: depois da autorização de estadia no país, você vai precisar se estabelecer fisicamente, seja alugando ou comprando um imóvel. Um serviço de concierge e uma rede de parceiros pode ajudar na adaptação.

 

É importante ressaltar que uma consultoria especializada é fundamental para o andamento de todo o processo, especialmente na parte burocrática , como a área contábil. “Atuamos oferecendo a melhor taxa de câmbio para a transferência de ordens para os mais diversos objetivos, desde o câmbio turismo, com papel-moeda ou cartão pré-pago,  ou transferência de valores e até de patrimônio. Fazemos desde as consultorias das  transações financeiras até todo o processo de relocation", afirma a executiva.

 

Para mais informações, você pode entrar em contato com a Global Desk pelo número (11) 4081-4434 ou por e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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04112019 Como a desaceleracao da economia mundial influencia no cambio Capa

 

Como a desaceleração da economia mundial influencia no câmbio? Todo trimestre o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulga previsões sobre a economia mundial. Em outubro, o principal órgão de economia do mundo reduziu a expectativa de crescimento global pela quinta vez consecutiva.

 

Agora, a estimativa é de alta de 3% este ano, ante os 3,2% divulgados anteriormente. Para 2020, a expectativa também foi reduzida e é de 3,4%. Mas afinal, como a desaceleração da economia mundial impacta na taxa de câmbio e na economia brasileira?

 

Segundo Fernanda Consorte, economista-chefe e estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, houve uma piora da percepção do crescimento global nos últimos meses, que foi atestada no relatório mais recente do FMI. “Eventos como o Brexit e a disputa entre China e Estados Unidos elevam o grau de incerteza. Como o câmbio é uma variável que mede as relações comerciais é diretamente impactado”, explica.

 

Como vivemos em um mundo globalizado, é preciso conhecer as questões internacionais mais relevantes para compreender quais serão os reflexos da redução de crescimento da economia global por aqui. Fernanda destaca que a taxa de câmbio é uma das formas dos investidores medirem o risco de um país. “Quando há desaceleração da economia a variável do câmbio passa a contar mais na hora das tomadas de decisão”, diz.

 

Para a economista, o maior problema está na falta de definição de cenários ao redor do mundo. O embate do Reino Unido em sair ou não da Zona do Euro é uma novela que ainda não tem data para ser resolvida. Pode ser que o martelo seja batido ainda nesta semana ou ganhe novo prazo, de mais três meses

 

 

“O problema é que ainda não se sabe como isso afetará de fato a relação comercial entre os países envolvidos, nem como a economia mundial será impactada com essa nova configuração”, explica Fernanda.

 

No caso da disputa comercial entre Estados Unidos e China, apesar de os ânimos terem se acalmado nas últimas semanas, ainda não há definições claras sobre o que mudará. “Além disso, estamos falando de dois líderes instáveis que podem trocar de opinião a qualquer momento. Isso deixa o mercado em alerta”, afirma Fernanda.

 

Nessa toada, questões de balança comercial também devem ser impactadas. Afinal, com desaceleração global da economia, a China -- que em 2020 deve ter crescimento inferior a 6% pela primeira vez depois de 30 anos -- passa a demandar menos produtos, inclusive do Brasil.

 

Enquanto isso, cabe ao Brasil tentar se proteger internamente do cenário externo conturbado -- tudo isso enquanto lida com questões políticas por aqui. A previsão do FMI foi revisada para um crescimento de 2% em 2020, levando em consideração o cenário mundial e as incertezas da economia local. Enquanto isso, o câmbio oscila em um patamar alto, na casa dos R$ 4.

 

A Reforma da Previdência foi aprovada e a expectativa é que um pacote de medidas de estímulo à economia passe a vigorar, como prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “Esta é uma forma de mitigar os riscos e controlar parcialmente a taxa de câmbio, mas é inevitável que a desaceleração da economia global não influencie o Brasil”, finaliza Fernanda.

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20191108 o que saoACCeACE Capa

 

Algumas das principais dificuldades dos exportadores brasileiros estão em administrar o fluxo de caixa e driblar a variação cambial para que o negócio seja rentável. Afinal, o processo de recebimento pelas mercadorias pode levar meses e os custos da produção acabam ficando por conta do exportador. Para garantir que a roda gire e que o câmbio não seja um problema, os empresários brasileiros podem recorrer a operações de exportações e antecipar o recebimento dos recursos por meio de ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio) e ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues).

Mas afinal, como isso funciona?


Quando um exportador fecha o contrato com um importador, mas precisa de recursos para produzir suas mercadorias, ele pode usar a antecipação de recebíveis. Esse é o papel do ACC, modalidade em que o empresário nacional procura um banco autorizado a operar em câmbio e pede um financiamento para a fase de produção ou pré-embarque.
Essa modalidade ajuda os empresários a arcar com de matéria-prima, folha de pagamento dos funcionários e custos gerais da produção antes do embarque das mercadorias. O exportador pede ao banco o adiantamento do valor em reais correspondente ao contrato de câmbio já firmado com o importador e, além de receber o montante, também fixa a taxa de câmbio da sua operação.
No caso do ACE, também há uma antecipação de recebimentos de uma exportação, mas esse valor só é concedido após o embarque. Segundo Fabiano Branco da Silva, gerente de negócios internacionais do Banco Ourinvest, esse formato é indicado para empresas que já têm caixa para produzir a mercadoria. “Os exportadores que querem receber os pagamentos de forma imediata e garantir um câmbio fixo podem usar o ACE”, explica.

ACE tem taxas menores


Em ambas operações não há valores mínimos ou máximos para contratação. Os custos, chamados de deságios, têm como referência a taxa de juros americana. Porém os valores das taxas praticadas para o ACE são menores. “Isso acontece por conta do risco de performance. No caso do ACC, a mercadoria ainda nem foi produzida e pode haver problemas na fabricação e consequentemente no embarque, já no ACE os materiais foram enviados e os riscos são menores”, diz o gerente.
De acordo com Fabiano, a operação de ACE ajuda na composição de fluxo de caixa das empresas exportadoras. “Afinal, elas não precisam ficar esperando, 60, 90, 120 dias ou até mais para receber os pagamentos e sujeitas às oscilações do câmbio. Tudo fica acertado no momento do embarque e o exportador já pode partir para um novo negócio”, explica.

No Banco Ourinvest houve um aumento de 32% na contratação de ACE entre setembro e outubro de 2019. “As empresas exportadoras acabam usando a modalidade como um financiamento, o que é vantajoso já que o custo é menor do que uma operação em reais, um empréstimo tradicional, por exemplo. Além disso, não há incidência de imposto no ACE”, diz Fabiano.

Uma garantia adicional


Além disso, o Banco Ourinvest ainda dá uma garantia adicional para os exportadores que optam pelo ACE. “Se eventualmente um importador não pagar a mercadoria o banco não cobra nada do empresário brasileiro e se encarrega de lidar com a fonte do problema”, diz Fabiano. Isso porque o Ourinvest realiza uma minuciosa análise de crédito de importadores em 90 países e analisa a situação financeira das empresas antes de realizar as operações. Ou seja, isso reduz o risco da transação.
Segundo Fabiano, essa iniciativa é exclusiva do banco e acaba sendo um diferencial. “Isso ajuda até mesmo na internacionalização dos clientes, umas vez que avisamos constantemente quais são os importadores em dificuldades e mapeamos os melhores destinos de exportação”, diz.

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24102019 COMO FAZER UMA TRANSFERENCIA INTERNACIONAL capa

 

 

Muitas pessoas ainda acham que é difícil fazer uma transferência internacional, mas a verdade é que enviar dinheiro para fora do país é um processo tranquilo quando realizado por especialistas no assunto.

 

Os brasileiros com comprovação de origem de patrimônio podem mandar dinheiro para o exterior por diferentes motivos, seja para manter um filho no exterior, para investir ou até para a importação ou exportação de produtos.

 

Quando as transferências internacionais são feitas por pessoas não especializadas há o risco do processo ser lento e muitas vezes errôneo: “Isso porque em cada país de destino existem, além de acordos de bitributação, suas particularidades.  É preciso conhecer as legislações e sistemas”, explica Bruna Dayan, Gerente de Negócios Internacionais do Banco Ourinvest.  Ela explica que não há limite mínimo ou máximo para realizar remessas internacionais.

 

Passo a passo

 

Para realizar uma remessa ao exterior, o cliente precisa encontrar uma instituição confiável e fornecer informações pessoais, como documentos, declaração de imposto de renda e endereço.

 

Para que a transação seja efetivada com sucesso é preciso entender o motivo da transferência , inclusive para que os impostos sejam corretamente cobrados, dependendo da natureza da operação. “Por exemplo, apresentar a matrícula do filho em uma faculdade na Europa ou o comprovante de aluguel de uma casa no exterior”, diz Bruna. Além disso, a origem do dinheiro também é checada.

 

Bruna explica para cada natureza de transferência existe uma cotação de IOF diferente. Para pessoas físicas, o IOF é diferente de operações para pessoas jurídicas ou serviços. Quem define essas tarifas é o Banco Central.

 

No Banco Ourinvest, o tempo para a realização de uma transferência internacional é de no máximo um dia útil, desde que os documentos cadastrais e a comprovação de origem de dinheiro estejam corretos. “Isso para a primeira transferência, em que o cadastro é feito pela manhã e à tarde o valor já está na conta do favorecido”, afirma Bruna. Para as transações posteriores, o tempo de remessa só leva em conta o fuso horário dos 96 países em que o banco atua.

 

O número de transferências internacionais do Banco Ourinvest aumentou de forma exponencial nos últimos dois anos. “Além de ajudar com os trâmites das transferências, nós fazemos uma consultoria para o cliente acompanhando qual o melhor momento do câmbio em uma determinada janela de prazo que ele tem para fazer o envia. Por exemplo, se precisa pagar a escola do filho até dia 10 de cada mês e verificamos uma boa taxa no período e já entramos em contato com o cliente”, diz. Além disso, ela destaca os serviços de hedge cambial e ajuda com investimentos no exterior. “Temos soluções completas”, afirma Bruna.

 

O que vem por aí

 

O volume de remessas para o exterior deve crescer nos próximos anos. Isso porque o Banco Central lançou no começo de outubro as bases para que transferências de dólares entre o Brasil e outros países sejam facilitadas.

 

Isso será possível tanto para empresas exportadoras e importadoras de mercadorias quanto para famílias que residem ou investem no exterior, por exemplo. A proposta é que haja redução dos custos de transferências.

 

As mudanças fazem parte de um projeto de lei encaminhado pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso, que moderniza a legislação cambial no Brasil. O texto também pode abrir caminho para pessoas físicas terem contas em moeda estrangeira no País, mas ainda não tem data para entrar em vigor.

 

 

 

       
       

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