Entre impulsos e volatilidade

CAUSA: Mesmo com isolamento social há mais de três meses, não podemos reclamar de tédio, ao menos no mercado financeiro. Nos últimos dias, os bancos centrais do Brasil e da Europa trouxeram medidas importantes para estimular a economia, seja através de aumento de liquidez nos mercados, seja por medidas de crédito – o que é muito positivo.
Isso tudo porque, mesmo passado meio ano de pandemia, a incerteza ainda reina nos países em relação ao temor (cada vez mais real) de uma segunda onda de contágio. Já, aqui no Brasil, a preocupação é em relação ao tempo que levaremos para controlar eficientemente a Covid-19. Perdoem a monotemática, mas é a verdade.

CONSEQUÊNCIA: E nesse jogo de impulsos à economia e incerteza elevada – que não cessa, a volatilidade segue sendo regra principal. É por isso, meus amigos, que temos observado nos últimos pregões valorizações e desvalorizações.
Meu chute: eu acho que ~US$/R$ 5,30 é o patamar médio da conjuntura atual. Ou seja, se nada mudar, a moeda pode ir abaixo de 5,30, ou muito acima, mas via de regra ela volta. É a chamada resistência!

Autora

Fernanda Consorte
Economista-chefe

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