Causa ou Consequência

Vai Limão Aí?

CAUSA: A semana começou (ou continuou) azeda. Os mercados globais apresentam sentimento de aversão ao risco, após Trump anunciar nesse final de semana o aumento de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses na próxima sexta-feira. Ainda completou dizendo que os diálogos para um acordo comercial estão muito lentos.

Isso ocorre em uma semana em que se iniciam as reuniões da Comissão Especial para discussão da Reforma da Previdência, que por si só já devem causar volatilidade do mercado.

E nesse ambiente “fácil” teremos reunião do Copom para decisão de taxa de juros. A expectativa é de manutenção da taxa em 6,5% a.a., mas com a taxa de câmbio consistentemente num patamar mais próximo a US$/R$ 4,0 devido ao cenário internacional arriscado, vamos ver se o Banco Central endurece o discurso e diminuem expectativas de corte de juros no curto prazo.

CONSEQUÊNCIA: “Tá” difícil ver essa taxa de câmbio abaixo dos US$/R$ 3,90. Ficamos nas mãos do Congresso mostrar inclinação para rápida aprovação da Reforma da Previdência, a fim de vermos algum alívio. Será?

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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