Causa ou Consequência

Pirou Para Sempre? Acho Que Não

CAUSA: A desvantagem de ser um país emergente é que vivemos ao sabor dos acontecimentos das economias maduras, sobretudo quando o fluxo financeiro gringo está baixo. E tínhamos nos desacostumado a isso entre junho e julho, quando ficamos focados na evolução da política local.

Os últimos dias nos trouxeram de volta à realidade. E agora? Bom, nos resta esperar as coisas acalmarem entre os titãs (EUA e China) e a agenda política retomar com o mesmo ímpeto que no final do último semestre.

CONSEQUÊNCIA: A taxa de câmbio subiu e muito, rodando o patamar de US$/R$ 4,00. Mas eu acredito que, quando o noticiário se voltar para evolução das reformas (previdência e tributária) —  reformas que  retornaram muito bem, obrigada —, os ânimos se acalmem. Mesmo porque essa novela EUA-China não é de hoje, né?  

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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