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Relátórios de economia
22/6/2021

Pé para trás

Por

Cristiane Quartaroli

CAUSA:

Desde o início deste mês, nossa moeda  valorizou em média mais de 4,0%, impulsionada, principalmente, pelo avanço da vacinação nos EUA, China e mais recentemente também aqui no Brasil. A perspectiva de melhora no fluxo comercial entre esses países e a esperança de dias melhores pós-Covid foram fundamentais para o comportamento das  principais moedas emergentes nesse período, sobretudo o real, por ser um  ativo mais líquido e de um país com início de ciclo de aperto monetário.  

CONSEQUÊNCIA:

Mas a despeito da recente valorização da nossa moeda,  entendemos que o patamar continua muito elevado (estamos falando de uma  cotação ainda ao redor de US$/R$5,0). E, mais do que isso, os riscos ainda são grandes e a volatilidade deve continuar. Estamos vivendo o pior momento da pandemia, temos um turbulento cenário político e ainda dependemos de fluxo  externo para ver uma melhora mais expressiva da nossa taxa de câmbio. Então, está difícil de visualizar um cenário mais róseo no curto prazo. Seguimos na  torcida, mas com o pé atrás.

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Economia do dia a dia

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