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O que você precisa saber sobre as facilitadoras de pagamentos

Você pode não saber, mas as facilitadoras de pagamentos fazem parte da sua rotina financeira. Isso mesmo. As instituições, que a princípio surgiram para atender às pessoas que não tinham acesso a cartão internacional e que necessitavam fazer pagamentos de bens ou serviços no exterior, agora são usadas de forma rotineira.

As facilitadoras de pagamentos são concentradoras de recursos que são enviados para o exterior. Na prática, funciona assim: quando o cliente faz uma compra em um site internacional, por exemplo, os recursos são cobrados e armazenados por facilitadoras, que no fim de um determinado período realizam remessas já com o câmbio atualizado para a sede da companhia no exterior.

Empresas gigantes de streaming, por exemplo, usam o serviço das facilitadoras de pagamentos. Como a empresa não tem base financeira no Brasil, suas assinaturas seriam cobradas em dólar e os assinantes sofreriam com as variações cambiais. Para evitar isso é contratada uma facilitadora de pagamentos para captar os recursos e realizar o envio do valor ajustado posteriormente.

Quando você compra cursos em universidades do exterior, serviços de reparo a computadores, mais espaço em nuvem para os celulares e aquele antivírus essencial para a proteção do notebook, em todas essas operações as facilitadoras de pagamentos estão envolvidas.

“Por se tratar de empresas que são consolidadoras de recursos, não há limites para as operações. É um mercado crescente no Brasil e estão surgindo muitas empresas interessadas em realizar esses serviços”, explica Bruno Foresti, superintendente de câmbio do Banco Ourinvest.

Apesar da natureza financeira das operações, as facilitadoras de pagamentos não são agentes autorizados pelo Banco Central a operar câmbio. Por isso, essas companhias precisam recorrer às instituições corretas, como o Banco Ourinvest com mais de quatro décadas de experiência em câmbio e com uma área internacional apta para ajudar em todos os processos.

Por exemplo, se uma facilitadora consolida R$ 1 milhão em recursos no Brasil, ela procura o banco para fazer a parte de câmbio antes de enviar a remessa ao cliente final no exterior.

“Além da natureza do câmbio, o banco possui obrigações acessórias nesse tipo de operação. É necessário coletar e armazenar os dados das pessoas físicas envolvidas em cada transação”, explica Bruno.

Em suma, cada operação com uma facilitadora inclui a necessidade de conhecer quem são os clientes (lista com CPFs), de onde veio o recurso (localidade) e como foi realizado o pagamento (cartão, crédito em conta, pix). “Tudo isso fica arquivado em nosso sistema para ser apresentado para o Banco Central”, diz Bruno.

Agora, imagine só coletar essa quantidade de dados e informações para cada operação em empresas onde o faturamento é muito alto, assim como o número de clientes. “É aí que entra a expertise do Banco Ourinvest com integração de sistemas que auxiliam nesse processo e, também, o nosso conhecimento técnico das operações”, afirma o executivo.

Segundo ele, o banco atende muitas facilitadoras de pagamentos, de todos os portes, e está apto a compreender as necessidades específicas de cada uma delas. “Não se trata apenas de encontrar o melhor câmbio disponível, mas sim do conhecimento da operação como um todo”, afirma.

Bruno ressalta ainda que questões como compliance e segurança das transações estão no escopo de serviços oferecidos pelo Banco Ourinvest para as facilitadoras de pagamentos.

“Fazemos um trabalho completo de assessoria para garantir que nenhuma parte do processo fique em desacordo com a legislação. Tudo isso demanda um profundo conhecimento técnico e estamos sempre priorizando a questão da segurança e buscando finalizar os processos de uma forma ágil”, diz.

Por conta da expertise do Banco Ourinvest, Bruno conta que praticamente diariamente empresas facilitadoras de pagamentos procuram a instituição. “São muitas companhias novas desejando atuar nesse segmento e a gente acaba ajudando com as informações para constituir os novos negócios. Muitas vezes, as facilitadoras não sabem todas as etapas e o Banco Ourinvest atua como assessoria para integrar os sistemas, passar todo o conhecimento e tornar as operações mais simples”, finaliza o executivo.

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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