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O que fazer quando o dólar cai? Veja cinco dicas

A moeda norte-americana é a mais negociada no mundo e responsável por balizar as transações internacionais. A oscilação do papel, que atingiu um patamar mais baixo nas últimas semanas, pode ser uma oportunidade.

É importante lembrar que a cotação do dólar, assim como as outras moedas, é extremamente variável e carrega na sua composição acontecimentos econômicos e políticos. Até mesmo situações atípicas, como a pandemia e a guerra entre Rússia e Ucrânia, entram na conta.

Para ajudar investidores pessoas físicas e empresas na tomada de decisão, o Blog Ourinvest listou cinco dicas de ações para serem realizadas enquanto a moeda está em patamar baixo. Confira:

1. Aumentar a reserva

Para o investidor pessoa física, pode ser uma boa hora de investir na compra de dólar. Segundo especialistas, no entanto, é interessante não fazer grandes apostas de uma só vez. A ideia é aproveitar o momento para ir realizando aportes periódicos e rotineiros. Dessa forma, o investidor dilui seu preço médio e diminui as chances de pegar uma cotação muito elevada.

Outro ponto a ser avaliado é a intenção do aumento de reserva. Caso o objetivo seja apenas a revenda em um momento de alta, a dica é lembrar sempre que preço de compra e venda são bastante diferentes.

Isso porque há uma diferença entre dólar compra e venda. Essa é uma expressão comum no mercado financeiro e é utilizada para operações em casas de câmbio e com correspondentes cambiais. A cotação nesse caso é maior para quem compra dólar do que para quem vende aos estabelecimentos. Por exemplo, ao retornar de uma viagem o sujeito ainda possui US$ 1000 e quer converter para reais. A casa de câmbio pagará um preço menor do que o na ocasião da compra, pois visa manter a taxa de lucro do estabelecimento.

2. Foco no turismo

Com a retomada das viagens internacionais após a pandemia e a cotação das moedas estrangeiras em queda frente ao Real, a expectativa é que o setor de turismo volta a ficar aquecido depois de dois anos de restrições.

Pode ser um bom momento para fechar aquela viagem para fora do Brasil e aproveitar preços melhores nas tarifas e na moeda que será gasta no passeio.

O Banco Ourinvest possui cerca de 400 correspondentes cambiais espalhados pelo Brasil, que podem ajudar nas transações. Além de fazer a compra e a venda de papel em moeda, os parceiros são habilitados para apresentar operações e realizar transações.

3. Hora de fechar negócios

Esse também pode ser um bom momento para assinar o contrato tão aguardado da compra de bens fora do Brasil. Seja uma casa, obra de arte ou até mesmo um negócio almejado nos últimos meses.

Para se ter uma ideia, cada R$ 0,20 pode fazer uma grande diferença. Por exemplo, uma casa nos Estados Unidos vendida por US$ 250 mil custa R$ 1,3 milhão quando o dólar está a R$ 5,20 e sai por R$ 1,250 milhão quando a cotação está em R$ 5.

4. Hora de assinar contratos de Comex

As empresas também podem aproveitar o momento de baixa da moeda norte-americana para agilizar seus contratos parados na gaveta. Os importadores, por exemplo, podem negociar mais matérias-primas e produtos a um preço menor e aumentar o lucro no médio prazo.

5. Garantir proteção do patrimônio

Todas essas dicas de como aproveitar a queda do dólar andam de mãos dadas com o hedge cambial. Seja para fazer negócios de pessoa física ou transações entre empresas, a ferramenta foi criada para proteger das flutuações do câmbio.

Com o hedge é possível fixar as cotações futuras e ajudar a reduzir o risco de uma forma eficiente e segura, além de reduzir os custos operacionais.

Ou seja, ao comprar um bem fora do Brasil, assumir custos para manter alguém estudando em outro país ou assinar um contrato para importação, o hedge cambial atua como uma garantia de que a cotação da moeda não sofrerá alteração.

Desta forma, é possível aproveitar a baixa da moeda e trabalhar com previsibilidade nos próximos meses. É importante destacar que não há valores mínimos ou máximos para operações de hedge cambial. Cada transação é feita de forma personalizada.

Bruno Foresti, superintendente de Câmbio do Banco Ourinvest, diz que não existe um padrão pronto. “Nós ajudamos o cliente a decidir quanto do montante ele quer proteger e encontramos a melhor opção para cada tipo de negócio. A ideia é que o cliente possa focar na essência de sua operação, em vender seus produtos, e nós cuidamos da taxa cambial”, diz.

O Banco Ourinvest possui uma equipe especializada para ajudar investidores e empresas a encontrarem a melhor solução para aproveitar esse momento de baixa do dólar.

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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