Causa ou Consequência

Impulso dos gringos

CAUSA: Há tempos fala-se de desaceleração econômica mundial, mas os EUA seguiam com dados pujantes. Desde ontem, começamos a ver sinais mais claros de que nem o império do Tio Sam sairia ileso. Dados de atividade econômica vieram muito mais fracos que o esperado, seguidos de primeiros sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho – lembrando que o Fed tem mandato dual: tem meta de inflação, mas também de atividade econômica.

Isso em uma semana de feriado chinês, em que o tema comercial ficou mais brando.

CONSEQUÊNCIA: O mercado aumentou as apostas de cortes de juros pelo Fed, e isso sempre é positivo para as moedas de economias emergentes. Ainda mais que estávamos acumulando uma boa gordura pelo acirramento da guerra comercial nos últimos meses. Não à toa, a taxa de câmbio brasileira baixou dos US$/R$ 4,10. Cabe, agora, ao governo local se encarregar de nos inundar com notícias positivas para vermos o dólar valer menos de R$ 4,00. Será?

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Economia para todos é o lema da Fernanda. Com ampla experiência no mercado financeiro, conhecimento técnico apurado e linguagem simples, a autora contribui para a tomada de decisão de clientes e empresas que necessitem desse suporte.

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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