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Dólar em alta: como o hedge cambial pode proteger sua empresa da oscilação cambial

No primeiro dia útil de 2020, 2 de janeiro, cada euro era comercializado por R$ 4,32 no Brasil. Há poucos meses a pandemia do novo coronavírus ainda não havia afetado a saúde e a economia do mundo.  

Desde março, o Brasil viu a crise econômica ganhar força sob o pano de fundo de uma crise política. Somado a isso está o mercado internacional em meio a um cenário nebuloso, com queda na demanda e projeção de retração. Por isso, a taxa de câmbio é um dos índices que mais oscila e a moeda chegou a fechar acima dos R$ 6,00 nas últimas semanas.

Ao menos no curto prazo, a palavra estabilidade não deve fazer parte dos noticiários econômicos e ainda é difícil saber o que esperar até o fim de 2020. Mas em meio a esse cenário, exportadores e importadores tentam manter as atividades e lidam com a dificuldade de prever os resultados por conta das oscilações do câmbio.

Imagine comprar um produto da China por um valor e ter que pagar 30% a mais na hora da entrega. Ou vender mercadorias para a Europa e ter um valor menor a receber no momento do pagamento.

Por isso, buscar ferramentas que ajudam na hora de proteger os negócios que necessitam diretamente da cotação do euro é fundamental.

O hedge cambial é um dos caminhos mais seguros para isso. A ferramenta, criada para proteger as empresas das flutuações do câmbio, fixa as cotações futuras e ajuda a reduzir o risco cambial de forma eficiente e segura, além de reduzir os custos operacionais.

Segundo Bruno Foresti, superintendente de câmbio do Banco Ourinvest, na ocasião do fechamento de um negócio, seja ele uma importação de produtos, venda de commodities ou, até mesmo, a compra de uma casa no exterior, é possível solicitar o travamento do câmbio na data escolhida. “A ideia é que o cliente elimine essa variável que é a taxa cambial e se preocupe em comprar e vender seus produtos”, diz.

Não há valores mínimos ou teto máximo para fazer hedge cambial. O mecanismo é realizado por agentes financeiros como o Banco Ourinvest e ajuda a trazer estabilidade para os negócios.

Bruno explica que o custo do hedge depende da taxa do euro comercial no momento do fechamento do negócio, do valor transacionado e do prazo da operação. O ideal é que a trava de câmbio seja realizada com base em variáveis, como volume de vendas, prazo, custos fixos da operação e lucratividade desejada.

No Banco Ourinvest, com experiência de 40 anos, os consultores estão disponíveis para auxiliar o cliente a encontrar a melhor trava de câmbio, de acordo com as particularidades da sua operação. Dessa forma, o empresário fica tranquilo para se dedicar a novos negócios.

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Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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