Causa ou Consequência

Entre impulsos e volatilidade

CAUSA: Mesmo com isolamento social há mais de três meses, não podemos reclamar de tédio, ao menos no mercado financeiro. Nos últimos dias, os bancos centrais do Brasil e da Europa trouxeram medidas importantes para estimular a economia, seja através de aumento de liquidez nos mercados, seja por medidas de crédito – o que é muito positivo.

Isso tudo porque, mesmo passado meio ano de pandemia, a incerteza ainda reina nos países em relação ao temor (cada vez mais real) de uma segunda onda de contágio. Já, aqui no Brasil, a preocupação é em relação ao tempo que levaremos para controlar eficientemente a Covid-19. Perdoem a monotemática, mas é a verdade.

CONSEQUÊNCIA: E nesse jogo de impulsos à economia e incerteza elevada – que não cessa, a volatilidade segue sendo regra principal. É por isso, meus amigos, que temos observado nos últimos pregões valorizações e desvalorizações.
Meu chute: eu acho que ~US$/R$ 5,30 é o patamar médio da conjuntura atual. Ou seja, se nada mudar, a moeda pode ir abaixo de 5,30, ou muito acima, mas via de regra ela volta. É a chamada resistência!

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Economia para todos é o lema da Fernanda. Com ampla experiência no mercado financeiro, conhecimento técnico apurado e linguagem simples, a autora contribui para a tomada de decisão de clientes e empresas que necessitem desse suporte.

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Economista

Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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