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Como fazer uma transferência internacional?

Muitas pessoas ainda acham que é difícil fazer uma transferência internacional, mas a verdade é que enviar dinheiro para fora do país é um processo tranquilo quando realizado por especialistas no assunto.

Os brasileiros com comprovação de origem de patrimônio podem mandar dinheiro para o exterior por diferentes motivos, seja para manter um filho no exterior, para investir ou até para a importação ou exportação de produtos.

Quando as transferências internacionais são feitas por pessoas não especializadas há o risco do processo ser lento e muitas vezes errôneo: “Isso porque em cada país de destino existem, além de acordos de bitributação, suas particularidades.  É preciso conhecer as legislações e sistemas”, explica Bruna Dayan, Gerente de Negócios Internacionais do Banco Ourinvest.  Ela explica que não há limite mínimo ou máximo para realizar remessas internacionais.

Passo a passo

Para realizar uma remessa ao exterior, o cliente precisa encontrar uma instituição confiável e fornecer informações pessoais, como documentos, declaração de imposto de renda e endereço.

Para que a transação seja efetivada com sucesso é preciso entender o motivo da transferência , inclusive para que os impostos sejam corretamente cobrados, dependendo da natureza da operação. “Por exemplo, apresentar a matrícula do filho em uma faculdade na Europa ou o comprovante de aluguel de uma casa no exterior”, diz Bruna. Além disso, a origem do dinheiro também é checada.

Bruna explica para cada natureza de transferência existe uma cotação de IOF diferente. Para pessoas físicas, o IOF é diferente de operações para pessoas jurídicas ou serviços. Quem define essas tarifas é o Banco Central.

No Banco Ourinvest, o tempo para a realização de uma transferência internacional é de no máximo um dia útil, desde que os documentos cadastrais e a comprovação de origem de dinheiro estejam corretos. “Isso para a primeira transferência, em que o cadastro é feito pela manhã e à tarde o valor já está na conta do favorecido”, afirma Bruna. Para as transações posteriores, o tempo de remessa só leva em conta o fuso horário dos 96 países em que o banco atua.

O número de transferências internacionais do Banco Ourinvest aumentou de forma exponencial nos últimos dois anos. “Além de ajudar com os trâmites das transferências, nós fazemos uma consultoria para o cliente acompanhando qual o melhor momento do câmbio em uma determinada janela de prazo que ele tem para fazer o envia. Por exemplo, se precisa pagar a escola do filho até dia 10 de cada mês e verificamos uma boa taxa no período e já entramos em contato com o cliente”, diz. Além disso, ela destaca os serviços de hedge cambial e ajuda com investimentos no exterior. “Temos soluções completas”, afirma Bruna.

O que vem por aí

O volume de remessas para o exterior deve crescer nos próximos anos. Isso porque o Banco Central lançou no começo de outubro as bases para que transferências de dólares entre o Brasil e outros países sejam facilitadas.

Isso será possível tanto para empresas exportadoras e importadoras de mercadorias quanto para famílias que residem ou investem no exterior, por exemplo. A proposta é que haja redução dos custos de transferências.

As mudanças fazem parte de um projeto de lei encaminhado pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso, que moderniza a legislação cambial no Brasil. O texto também pode abrir caminho para pessoas físicas terem contas em moeda estrangeira no País, mas ainda não tem data para entrar em vigor.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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