Causa ou Consequência

Círculo vicioso

CAUSA: O movimento de aversão ao risco segue nos mercados internacionais e claro que isso afeta o comportamento dos principais ativos brasileiros também. Mas, além disso, ainda temos várias questões internas contribuindo para o sentimento de piora nos mercados locais e afastando os investidores estrangeiros do nosso país. As privatizações vão acontecer ou não? A reforma tributária vai sair do papel ou não? E a administrativa? Como o governo vai lidar com o auxílio- emergencial sem prejudicar ainda mais as contas fiscais? E no meio de tudo isso ainda teremos eleições. A sensação é que estamos andando sem sair do lugar.

CONSEQUÊNCIA: Enquanto continuarmos nesse círculo vicioso, nem lá, nem cá, a aversão ao risco continuará elevada e a chance da nossa moeda seguir tão desvalorizada é grande. E, de fato, só vamos ver algum alívio mais significativo no mercado de câmbio, principalmente, quando as reformas de fato começarem a sair do papel, estimulando de alguma forma os investimentos para que, somente então, a economia possa dar sinais de alguma recuperação. Tem chão pela frente!

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Economia para todos é o lema da Fernanda. Com ampla experiência no mercado financeiro, conhecimento técnico apurado e linguagem simples, a autora contribui para a tomada de decisão de clientes e empresas que necessitem desse suporte.

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Economista

Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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