Causa ou Consequência

Aversão Ao Risco Geral

CAUSA: Viemos de uma semana pesada pelo endurecimento da guerra comercial entre EUA e China, sobretudo com a retaliação da China em desvalorizar o Yuan em patamares que há tempos não eram tocados (acima de 7 US$/CNY).

A cereja do bolo deu-se no pregão de ontem, após o resultado das eleições presidenciais preliminares na Argentina, apontando para a derrota do Macri e vitória do Alberto Fernandez, um partido mais “à esquerda” e populista.

Ou seja, de um lado, a gigante China deve sofrer consequências econômicas, e de outro lado, a Argentina sugere que emergentes são arriscados e podem sair da rota da política econômica mais liberal.

CONSEQUÊNCIA: Aversão ao risco geral. Ninguém quer saber de países emergentes – de fato, o fluxo financeiro no Brasil sugere que estamos preteridos no cenário global. A taxa de câmbio tocou os US$/R$ 4,00 e é negociada ao sabor dos mercados internacionais. Precisamos, portanto, de notícias locais positivas para nos destacarmos desse “bololô de emergentes”. Bora, Governo com Reforma Tributária! Bora, Congresso com Reforma da Previdência!

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Welber Barral

Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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