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Ano-Novo Chinês: As opções para impulsionar seus negócios com a China

A China é o país mais populoso do mundo. Com um número estimado de 1,4 bilhão de habitantes, a nação asiática representa cerca de 15% da economia global e é a maior parceira comercial do Brasil, ultrapassando os Estados Unidos. Todos os anos, milhares de brasileiros vão até o país em busca de parcerias comerciais e também para conhecer suas peculiaridades culturais. O Ano-Novo Chinês é uma das festas mais atrativas do país e reúne pessoas do mundo todo. No ano passado, o evento movimentou cerca de 140 bilhões de dólares. Por aqui, também há aumento de demanda pela moeda local, o Yuan, por quem vai participar da festa.

Você pode aproveitar essa época para impulsionar seus negócios com a China. Os clientes do Banco Ourinvest contam com a disponibilidade da moeda com a melhor taxa do mercado, neste e em outros meses do ano. “Em abril e outubro, quando há feiras relevantes na China, a demanda por Yuan costuma subir. Muitos empresários transferiram a produção para o país asiático e visitam regularmente os eventos para compreender as tendências de manufatura”, explica Fabiano Branco da Silva, gerente de negócios internacionais do Banco Ourinvest.

Além disso, o Ano-Novo Chinês também pode ser um gancho para novos negócios. Quase 30% do que é produzido e exportado pelo Brasil vai para a China, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Os números de importação também são relevantes e a nação asiática é responsável por 14% dos envios totais do nosso país. Esses índices podem ser ainda mais expressivos, caso o acordo comercial entre os dois países, proposto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, saia do papel.

“Nós temos subsídios para apoiar os importadores e exportadores brasileiros que fazem negócio com a China.”, diz Fabiano. Por meio de mecanismos como hedge cambial, há como travar a taxa de câmbio e evitar variações da moeda. Além disso, o ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues) é uma modalidade em que há antecipação de recebimentos de uma exportação após o embarque. “Os exportadores que querem receber os pagamentos de forma imediata e garantir um câmbio fixo podem usar o ACE”, explica.

Por isso, que tal aproveitar essa data comemorativa para expandir os negócios do outro lado do mundo? A seguir, você confere algumas curiosidades sobre o Ano-Novo Chinês:

  1. Os chineses acompanham o calendário lunar, por isso comemoram o Ano-Novo em datas diferentes da maioria dos países do mundo. Em 2020, o Ano-Novo Chinês será celebrado no dia 25 de janeiro;
  2. O rito de passagem dura 15 dias e inclui rituais de limpeza nas casas para afastar maus espíritos;
  3. Os chineses costumam colar papéis vermelhos com dizeres em dourado, os Tao Fu, nas portas e janelas das casas. A ideia é atrair bons fluídos e proteger os moradores;
  4. Enquanto por aqui o branco é a cor oficial do Ano-Novo, por lá o vermelho e o dourado são as cores mais usadas nessa data. A explicação é que essas cores trazem boa sorte;
  5. Enquanto por aqui comemos uvas e lentilhas, na China o alimento considerado ‘da sorte’ é o bolinho chinês cozido, conhecido pelos ocidentais como guioza;
  6. A comemoração do Ano-Novo Chinês só termina no 15º dia do mês, quando acontece a famosa festa das lanternas;
  7. Os chineses dedicam cada Ano-Novo a um animal do signo chinês. Em 2020, é a vez do rato de metal. A astrologia afirma que ele trará boas oportunidades e inspiração para novos projetos;
  8. O Ano-Novo Chinês também é celebrado em países como Singapura, Coreia do Sul, Malásia e Vietnã;
  9. Durante os dias de celebração, os chineses costumam fazer a Dança do Dragão e a Dança do Leão. Eles acreditam que as coreografias trazem prosperidade, sorte e renovação.

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Economista formada pela USP, com mais de 15 anos de experiência nas área de Economia e Finanças, com foco em análise macroeconômica, resultando em amplo conhecimento do mercado bancário.

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Estrategista de Comex

Mestre em relações internacionais (USFC), Doutor em direito internacional (USP) e pós-doutor em Direito do comércio internacional (Georgetown University), Barral foi secretário de Comércio Exterior do Brasil de 2007 a 2011. Atualmente é, também, diretor no Departamento de Comércio exterior da FIESP e conselheiro da Câmara de Comércio Americana.

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