CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Em compasso de espera...



CAUSA: Não há novidades sobre o andamento da Reforma da Previdência: temos só a declaração do governo de que a reforma sairá rapidamente (temos fé!). O processo está em avaliação na CCJ (a leitura da proposta, agendada para esta tarde), o primeiro passo entre vários.

Adicionalmente, ressalto que o FMI acaba de revisar a expectativa de PIB brasileiro de 2019 para baixo (2,1% ante 2,5%) devido problemas fiscais e frustração com recuperação econômica. Percebam a necessidade da aprovação da Reforma da Previdência! Meu chute: aprovação acontece entre novembro/dezembro, mas acontece.

Enquanto isso, esperamos também evolução mais concreta do acordo entre EUA e China e sobre o tema Brexit — esses dois temas estão mais para uma novela com incontáveis capítulos...


CONSEQUÊNCIA: O mercado está em compasso de espera, e por isso os ativos devem ficar “de lado”, nem muito para cima, nem muito para baixo. Mas podem anotar: teremos mais volatilidade à frente.


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Fernanda Consorte
Estrategista de Câmbio
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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
100 dias



CAUSA: O governo Bolsonaro chega à marca psicológica dos 100 primeiros dias no poder, momento em que qualquer governo sofre avaliações - é o primeiro balanço do governo. E entre vários eventos sobre o tema no mercado financeiro, percebi que de um lado há uma dúvida em relação à condução de articulações no Congresso, mas há um ar devoto ao ministro Paulo Guedes (li até que ele roubou a cena da noiva, ui...), com direito a ovações em seu discurso em Nova York desta semana.

O fato é que, enquanto as atenções seguem para a aprovação da reforma da Previdência, a confiança dos empresários e consumidores segue sem muito ânimo, com resposta na fraca recuperação econômica. MAS, tivemos um passo (de bebê) no processo da reforma: a CCJ deverá votar no projeto apenas visando admissibilidade, ou seja, um singelo “sim” ou “não”, agendado para a próxima semana.

Adicionalmente, a novela do velho continente (Brexit), foi permitida para extensão até 31 de outubro.


CONSEQUÊNCIA: Na esteira de um avanço modesto no processo de reforma da Previdência, discursos emocionados do ministro da Economia e ganho de fôlego no cenário internacional, a taxa de câmbio permanece num patamar “baixo” de US$/R$ 3,83 - 3,84. Se eu tivesse que comprar, compraria, porque a incerteza permanece, e eu acho (do verbo achar e não prever) que virão mais emoções e volatilidade nas próximas semanas.


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Nota da Autora

Talvez existam pessoas que tenham o heroísmo (ou a cara de pau?) de fazer projeções com forte grau de convicção para a taxa de câmbio brasileira. Eu, economista de formação, com mais de 10 anos andando nesse mercado de inconstâncias, prefiro dizer que sou capaz de dar opiniões, quiçá direções para essa variável. Humildade posta, eventualmente tomarei a frente para dar opiniões sobre fatos que podem gerar consequências no mercado, tentando desvendar quem vem primeiro: o ovo ou a galinha.

CAUSA OU CONSEQUÊNCIA? O OVO OU A GALINHA?
Palavra-chave: articulação



CAUSA: O ânimo internacional (EUA e China sinalizando acordo, e Brexit com possibilidade de ser adiado para final de junho) segurou – um pouco – a volatilidade desta semana. Mesmo porque o governo brasileiro vive entre erros e esperança de acertos em termos de articulação política (vide performance do Paulo Guedes na CCJ, nesta semana).

A semana encerra com dados de mercado de trabalho nos EUA acima das expectativas, sugerindo dólar forte. Na verdade, o cenário atual funciona assim:

 

  • dados mostrando economia norte-americana em boa forma sugerem possibilidade de o Fed revisitar o cenário de juros = dólar forte.
  • se a economia começa a fraquejar, sugere desaceleração mundial, com protagonismo de China e EUA, e, portanto = dólar forte.


CONSEQUÊNCIA: CTenho dificuldade de ver emergentes com moeda fortalecida neste ano. E para nós, a saída é a Reforma da Previdência mesmo. Então o governo está certo de ir em busca (tentativa???) de melhorar a articulação política, conhecida popularmente como a malemolência brasileira.


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